Thursday, June 14, 2007

PROPAGANDA ELEITROAL

Não aguento maiS ver qualquer tipo de campanh eleitoral que modifica aqui e ali, mas sempre é a mesma coisa. Acabei de ver o programa do PR - igual ao do PT, PSDB. DEM, e por vai só mudando os protagosnistas com maior ou menor densidade eleitoral e com maior ou menor qualidade de produção. Mas, o conteúdo e a criatidade, que deveriam ser os mais importantes, são os mesmos.
Imaginem o horror de que vai ser o horário eleitoral do ano que vem.

13 Comments:

Anonymous Anonymous said...

então meu amigo para de beber, e vamos trabalhar.O povo do pará precisa do seu conhecimento, cultura, credibilidade e criatividade que só você tem.Sai dessa ak.

5:30 PM  
Anonymous Anonymous said...

Há um tempo o AK colocou no site, muito corajosamente, todos os remédios que está tomando na sua reerguida. Porra, vamos deixar de ser urubus e ser um pouco cegonhas pra ajudar o cara a se renascer.

Ass.: Anonymo - Com os dedos cansados com tanta idiotice.

P.S.: AK, se eu tivesse grana eu comprava.

7:46 PM  
Anonymous Anonymous said...

muda ak você pode, espero ver você trabalhodo

7:11 AM  
Blogger Eduardo André Risuenho Lauande said...

Grande Afonso, tu és um sujeito que eu respeito muito e o que vou aqui dizer é no geral societário. Portanto, não entenda como algo direcionado pra vc. Então, vamos lá. Tu sabes até bem melhor que eu, mas quando chega o período eleitoral, o povo quer sim discutir tudo e muito. Tanto que a cada ano diminui os votos brancos e nulos (uns dizem que foi por conta da máquina eletrônica, mas eu digo que é pela rotina de construção democrática depois de 1985 com o fim do período de 1964). Ao contrário do que querem alguns setores, dito, formadores de opinião. Em bem verdade quem diz que o povo não quer discutir mais política são as oligarquias, corporativistas e setores da direita (aí vai do DEM ao PSOL). O povo discute sim política. Os dados do IBOPE demonstram que o povo nunca deixa de conversar sobre política, mesmo em recesso eleitoral. Tanto que a capa dos noticiários diários são na maioria do mundo da política. Anteontem vi pelA TV câmara um debate entre de dois neo-lacerdistas e reacionários de direita: Heloísa Helena e do ACM Neto. Era impressionante como eles diziam que o povo estava cheio de política. Como eles medem isso? Medem pelos seus umbigos? Medem pelos noticiários? Ora, ora, o presidente do IBOPE, Augusto Montenegro recentemente disse que “os jornais e as TVs não conseguem avaliar que o povo tem um preciso filtro para discernir o que embuste ou veridicidade”. Outro bam-bam das pesquisas, o Marcos Coimbra, na mesma vertente do Montenegro, disse: “o povo pode parecer saturado com a política, mas ele não é bobo e fica atento a tudo porque sabe em patamares de 85% que a política é que muda a vida dele”. Para finalizar, o grande Juvêncio Arruda, no seu blog, ao analisar a pesquisa do DEM/PA escreveu sobre a influencia do Diário e do O Liberal na aspiração do eleitor: “Moral da história: as duas porcarias são desprezíveis e iguais até na influência do voto. E como estão em lados opostos, uma porcaria anula a outra”. Ou seja, o povo não é bobo e gosta de política. Desculpe o tamanho do texto e aquele abraço.

7:48 AM  
Blogger José Carlos Lima said...

Afonso.
Entrei no quarto do meu filho, quando começou a propaganda do PR. Ele olhou e disse: pai eles são bobos, querem proclamar a república, mas já existe isso.

9:51 AM  
Anonymous Anonymous said...

Lembre-se, caro Afonso do conceito de que "o todo é mais do que a soma das partes". Isto equivale a dizer que "A + B" não é simplesmente "(A+B)", mas sim um terceiro elemento "C" que possui características próprias.” Depois dos cem anos que te fizeram sentir solidão, fecha essa Gestalt e nos brinda com a tua ímpar companhia e teu talento por mais cem, pelo menos.Vamos lá garôto , tem um montão de gente contigo.Fé,é o "link up".
Solidariamente,
Rômulo Sampaio

10:09 AM  
Anonymous Anonymous said...

AK, fica no blogosfera, tu és ótimo e a tua ironia é inteligente. Vamos falar bem de quem merece e detonar com os espertinhos. Pra ficar um pouco mais informado, é só ler os Diarios Oficiais. Tem o do Estado, da Assembléia, etc.,...Por falar no da Assembléia, esse último vem com a exoneração da filha da Francinete Florenzano de um DAS 3, para a NOMEAÇÃO de um DAS 15. O POBREMA mano veio, é que a bela morena nunca apareceu por lá, é fantasma. Que coisa feia.

4:34 PM  
Anonymous Apoena Augusto said...

O pior é que a gente ainda assiste na vã esperança de que alguém, em algum momento, tenha um sopro acalentador de criatividade.

7:47 AM  
Anonymous Anonymous said...

Nunca vi o Brasil tão bem


Jamais tivemos tanta gente convergindo para um mesmo diagnóstico sobre nossos problemas


A revolta dos cidadãos que inibiu o abusivo aumento do salário dos parlamentares faz parte de um longo e tumultuado aprendizado sobre direitos e deveres -esse aprendizado, embora lento e ainda precário, é o que me leva a dizer, neste último dia do ano, que o Brasil nunca esteve tão bem.

Não está bem por causa de seus indicadores sociais (péssimos para o nosso grau de desenvolvimento econômico, apesar de todos os avanços) nem, muito menos, pelos números do crescimento da produção, sofrível sob todos os aspectos.

A indigência social e a lentidão na geração de empregos explicam em boa parte o clima de guerra civil, cujo fragmento vimos na semana passada no Rio de Janeiro. Como a nação que, por muito tempo, mais cresceu no planeta, sem sofrer com guerras, conflitos regionais ou brigas religiosas, somos um notável exemplo de fracasso.

Bastaria apreciar uma única informação para ver o tamanho do fracasso: despendemos mais de quatro meses todos os anos para sustentar o poder público, mas apenas 5% dos alunos que saem do ensino médio oficial dominam apropriadamente a língua portuguesa.

O que nunca esteve tão bem no país é a formação de consensos básicos sobre como o país deveria funcionar para crescer mais, distribuir melhor a renda e diminuir a pobreza -alguns desses consensos demoraram décadas para serem conquistados.

A maioria das pessoas já nem presta mais atenção nos índices de inflação. Demorou muito tempo para que se visse, com clareza, que o pobre era a maior vítima dos preços altos e, mais ainda, que o rigor dos gastos públicos era fundamental para controlar a inflação.

Ninguém seriamente teria a coragem de propor hoje um crescimento com preços subindo, até porque o presidente não conseguiria se sustentar.

Também já não se valoriza tanto o sistema democrático, afinal virou rotina. Foram necessários, porém, 20 anos para que ninguém, com um mínimo de importância, defendesse a idéia de que coibir as liberdades é um jeito de proteger uma nação.
Quem conseguiu derrotar a praga inflacionária não foram os militares tão fortes, mas os civis, obrigados a convencer pelo diálogo.

Demorou ainda mais para se tornar visão dominante a crença de que, com todos os seus defeitos, a economia de mercado, desde que equilibrada com investimento público em educação e saúde, é mais eficiente e mais justa. O dirigismo estatal se prestou a cenas explícitas de corrupção e incompetência. Não é à toa que Lula e Delfim Neto quase falam hoje a mesma língua. O presidente aprendeu sobre os valores do capitalismo -e Delfim sobre a importância de investimentos maciços em capital humano.

Se a democracia foi eficiente para enfrentar a inflação, ainda não obteve bons resultados em termos de crescimento econômico -um desastre que, entre idas e vindas, perdura há mais de duas décadas, espalhando miséria por todos os lados.
Tanto tempo produzindo tanto desemprego levou ao aprendizado de que, na raiz do baixo crescimento, está um Estado que gasta muito e, pior, gasta mal, cobrando muito imposto e forçando altas taxas de juros.

O desmonte da máquina estatal, tornando-a estímulo, e não trava à produção e à geração de empregos, estará para o futuro como a batalha pela volta da democracia esteve no passado.

A reação à proposta de duplicação dos salários dos parlamentares e a qualquer aumento de imposto integra a percepção sobre o poder destrutivo do Estado.

A mais importante das visões que vão se tornando dominantes é a de que a democracia, o crescimento e a distribuição de renda são limitados sem educação de qualidade. Nunca, como neste ano, o assunto mereceu tanta atenção de tanta gente poderosa, a ponto de os principais empresários do país terem feito um pacto pela educação.

Com qual rapidez iremos aproveitar todo esse aprendizado é ainda dúvida. O fato é que, se Lula não souber gerar mais crescimento com distribuição de renda, sua vida será um inferno como a de qualquer outro presidente, até porque o clima de guerra civil só tende a aumentar.

Mas nunca tivemos tanta gente convergindo para um mesmo diagnóstico sobre nossos problemas e para um projeto de país -por isso, o Brasil nunca esteve tão bem.



PS - Neste momento, estou em Barcelona, um dos melhores exemplos de competência pública mundial ao sair da rota da degradação. Tornou-se uma cidade modelo, exuberante, rica, porque seus governantes e moradores decidiram trabalhar em torno de um projeto comum.



Coluna originalmente publicada na Folha de S.Paulo, editoria Cotidiano.

2:51 PM  
Anonymous Franssinete Florenzano said...

Anônimo(a) das 4:34: RESPEITE A MINHA FILHA! Antes de enxovalhar a reputação de uma pessoa honesta, vá se informar. Não julgue os outros por si. Está na cara que sua intenção é lançar lama. Ninguém tem que lhe dar satisfações, mas em respeito ao Afonso e às pessoas dignas que visitam seu blog, que não se escondem no anonimato para ferir os outros de modo covarde e infame, informo que minha filha, que é uma pessoa linda, bom caráter e competente - aos 21 é formada em Publicidade, fala e escreve em quatro idiomas, já tem experiência profissional como produtora, roteirista e diretora de cinema (rodou o curta A Bailarina), redatora publicitária e editora de arte (tem um portifolio com dezenas de peças criadas por ela), e domina todos os programas de informática para edição de texto e imagem -, foi nomeada em fevereiro deste ano e, por sinal, já pediu sua exoneração na Alepa, porque vai morar fora do Pará. E cada centavo do salário que recebeu nesses 5 meses é merecido pelo seu trabalho. Você, que não sabe o que é ter dignidade e ética, deve ser uma pessoa feia, infeliz, corroída pela inveja e pelo fracasso. Ao invés de chafurdar na imundície, tente sair dela, vá trabalhar, aprenda a ter honra, cultive sentimentos outros que não esses rasteiros que você expressa. Quem sabe, assim, um dia você acaba contribuindo com algo de útil à humanidade.

6:19 AM  
Anonymous Esther Mácola said...

Ei, Afonso olha a data onde vc está, estou com saudade, sua vizinhança do Paraiso.

12:38 PM  
Anonymous Manuella said...

Ei AK,

Um grande abraço daqui do Paraíso, continuemos com o Projeto do Mosqueiro que dá futuro!!!

Sua assessora para assuntos do Mosqueiro. :P

Manuella Mácola

1:12 PM  
Blogger ak said...

ak diz.
José Carlos Lima.
Vamos ao verde.
Esther e Manoela Mácola.
Mais uma vez, obrigado.
Apoena Augusto.
Talvez um dia, por descuido ou poesia, a gente goste de reiventar.
Eduardo Lauande.
Irmão, concordo com você em genero, número e grau. O que critico é como os conteúdos se padronizaram em seus formatos e a legislação brasileira precisa de ajustes até pra satisfazer esse crescente interesse popular pela política. Acho que, do modo como está, os MCM, tão importantes em qualquer processo político, passaram a ter, junto com os políticos e partidos, sua credibilidade, que já está toda afetada, masi afetada ainda.
Mas isso é motivo de um belo debate. Eu topo. Vai ser um prazer voltar a ler o teu blog diariamente.

1:39 PM  

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