Monday, May 14, 2007

CENSURA DO DOUTOR

É só pra encher o saco, mas enchamos.
O blog do doutor Fábio Castro, atual Coordenador de Comunicação Social do Governo do Estado do Pará e que se diz futuro Secretário de Comunicação Social do Governo do Estado do Pará - ou seja, bosta nenhuma - continua sem atualização desde o dia 15 de março e não permite mais comentários.
Se um cara que diz que, como autoridade, (ôtoridade, melhor) pretende fazer a inclusão digital no Estado exclui de qualquer um o seu próprio blog, o que ele vai fazer com o blog da gente ?
Pra resumir e encerrar: o Fábio é um intelectual de boa formação, estudioso, refinado, um cara sério até onde sei, mas que não tem nada a ver com as culturas amazônicas e nem gosta delas. Já lí alguns escritos deles e são todos europeus, colonialistas.
Boa sorte pro Fábio e pro povo que vai viver as regras dele.

9 Comments:

Anonymous Anonymous said...

ehehehehehehehhehehe

Anonymo

3:07 PM  
Anonymous Hanny Amoras said...

Meu caro Afonso!
Depois de tudo o que sr. Fábio fez na CCS, num total desrespeito a uma dezena de profissionais, sem contar a rasteira dada na Fátima, nada mais me causa surpresa em relação a ele. Deixo claro que não torço pelo fracasso de ninguém, pelo contrário, mas do jeito que essa maré vai.... não sei não.
P.S: Valeu teu comentário anterior. Ganhei o dia... risos.

4:00 PM  
Anonymous Anonymous said...

Fábio tem boa formação, sim, mas paga com o dinheiro da sociedade, do povo, já que sempre foi estudar com bolsa pra França. Por isso, pergunto cadê o mestrado e o doutorado do curso de Comunicação da UFPA? Cadê a pesquisa para gerar conhecimento e informação na área comunicacional na Amazônia? Cadê? Cadê?
Que tal os doutores do governo Carepa tentarem fazer alguma coisa pelo Estado, já que não fizeram nada dentro da Federal do Pará.

6:27 PM  
Anonymous Anonymous said...

Já que estamos falando nos doutores...e a Recabana? Essa tá pintando e bordando na Funtelpa...É, na hora da prática, o povo mostra que não aprendeu nada...quiça domina a teoria

6:38 PM  
Anonymous Anonymous said...

Tudo bem, eu nem sei se o cara é um desses paraenses deslumbrados como estrangeiro - o que eu na verdade duvido - mas que também essa estória de açaí com tapioca sempre é insuportável é. Vamos julgar o trabalho do cara e não sermos mesquinhos de condená-lo previamente.

7:34 PM  
Anonymous Anonymous said...

Leio esse blog com uma certa frequência e percebo algumas coisas recorrentes nele.

1 - já vi que as pessoas que escrevem aqui adoram fazer critica pela metade, como é o caso do anônimo das 4 horas da tarde. Bom eu acho que aí é mais fácil mesmo. Qualquer besteira vira crítica, né?

2 - Muitas vezes, parece que o AK faz a crítica apenas por fazer, só joga lenha verde na fogueira. Percebo que ele nem sabe ao certo o que está falando.

Nesse caso do Fábio, por exemplo, conheço o trabalho dele e sua idéia de cultura é bem mais abrangente que a pressuposta pelo governo tucano. Isso posso afirmar. AK, não sei o que tu lestes do Fábio, mas talvez você não tenha lido com suficiente atenção. E outra, não vejo problema algum em a pessoa sair do país para ter uma formação diferenciada. Se eu tiver oportunidade, vou sair também.

Quanto ao que se fala da universidade, também conheço o trabalho da regina lima e sei que ela é extremamente competente em sua área de atuação: a comunicação. E não estou aqui falando de comunicação com princípios de mercado, porque isso é com vocês.

Sobre o mestrado no curso de comunicação, a maioria dos professores está fazendo doutorado para que o corpo discente seja aprovado pela Capes.

O Paulo Chaves era professor do curso de comunicação e, até onde eu sei, não aceitaram ele de volta na universidade. Também, 14 anos fora...

Depois de um dia cansativo de trabalho venho escrever aqui porque entre outras coisas tô de saco cheio desse bairrismo de "cultura paraense" que ficou da administração do PSDB. Que tal perguntar pra quem vive no sul do pará quantos shows do nilson chaves eles assistem por ano? ou quantos festivais de ópera eles ouvem?

Enfim, quem acha que existe essa coerência em termos de cultura é porque não consegue se comunicar além do seu bairro. É porque acha que existe uma "cultura paraense" legítima, coesa, engrandecedora da região, dominante etc. A cultura amazônica que os intelectuais propagam é muito mais uma mistificação, uma fantasia exaltada, que tenta esconder toda a violência com que se formou a região. Uma região de conflitos, de massacres e de pobreza de muitas populações diferentes, apesar de todo seu potencial e dos seus (pelo menos) 20 ecossitemas diferentes.

Eu vou assinar porque prefiro dar minha cara a tapa, assim como o AK faz. E nisso eu o admiro.
Fabrício Mattos

9:28 PM  
Anonymous Anonymous said...

Há mais de 20 anos os professores do curso de Comunicação da UFPA estão se qualificando pra a Capes...O problema é que eles se qualificam, mas a Pós-graduação não sai da promessa. Tem professor que até passou 7 anos no mestrado (isso mesmo). Por que será? Então, filho do Fábio, digo Fabrício, sem essa de lição de moral rasteira. Se vc quiser a gente se aprofundar assunto não vai faltar.

9:47 PM  
Anonymous Hanny Amoras said...

Acho que o Fabrício não prestou atenção: o "anônimo" das 4h está assinado como Hanny Amoras... euzinha... risos. Sobre teus comentários, Fabrício, não entendi nada. Juro. Foi apenas uma defesa do "dr. Fábio" e foge do que foi escrito pelo AK. Gostaria também que explicasses melhor o porquê de estares de saco cheio "desse bairrismo da 'cultura paraense". Perdoa-me pela antice, mas é que ainda são 10h30.
Ak, beijinhos.

6:34 AM  
Blogger ak said...

ak diz.
Hanny: cada vez mais, eu sinto saudades de tí.
Afonso Klautau

6:50 AM  

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